Tudo começou com uma maçã
Howdy!
Meu nome é Guilherme, e sou um Apple-maníaco convertido há cerca de um mês, desde que troquei meu PC de seis anos e pouquinho por um MacBook novim, novim. Fui convidado (na verdade me candidatei, mas ninguém precisa saber) a participar do blog pela Olivia, amiga já de muitos outros carnavais, quando vi que ela abriu um blog para geeks. Afinal, se o blog já tem um janeleiro e uma pingüim, tem que ter alguém do lado da maçã.
Como "me converti" recentemente, faço parte da nova onda de Mac-maníacos que surgiu após a mudança da Apple para processadores Intel (provavelmente a decisão mais genial que o Steve Jobs tomou desde que reassumiu a companhia). Vou aproveitar o primeiro post aqui no blog pra relatar aos prováveis muitos curiosos como é sair de 15 anos de uso com Windows e passar pra Mac OS X (que se pronuncia "dez", e não "xis" - não fale "xis" ao lado de um Mac-maníaco mais convicto).
Long story short, meu primeiro mês de Mac se resume à seguinte pergunta: por que diabos eu não mudei antes?
O que mais impressiona pra quem usa um Mac com calma pela primeira vez (não valem aquelas fuçadas que todo mundo gosta de fazer nas lojas de informática que têm Macs em exposição - você precisa usar por um dia inteiro, non-stop, pra entender a magia da coisa) é como o computador parece gostar de ser usado. Efeitos gráficos bonitos, mas discretos, ajudam a deixar o uso da máquina como uma experiência lúdica. Quem tem familiaridade com Windows diz (como eu dizia): "Bah, mas eu não preciso desses badulaques todos!". Não precisa, mas deixa mais agradável. Já que estaremos com uma tela de computador na nossa frente o dia inteiro, que ela seja agradável.
Essa "vontade de trabalhar" do Mac se reflete em várias outras coisinhas. Afirmo desde já: o Exposé é a nona maravilha do mundo (todo mundo discute qual é a oitava, mas já temos a nona). Sabe o Alt-Tab do Windows? Pense isso, só que mais eficiente (e anos-luz à frente em beleza). Incorporar isso à rotina é fantástico. Também no sistema integrado de spellchecking o Mac se mostra superior em termos de facilidade e produtividade - todos os programas usam a mesma base do próprio OS X.
O processo de adaptação varia de pessoa para pessoa, como sempre. Para mim, foi bastante tranqüilo - salvo uma ou outra coisinha pequena, não sinto falta do Windows para qualquer coisa. Claro, trocar de computador é como mudar de casa; você tem que mudar certos hábitos para se tornar tão produtivo quanto era antes. Minha maior dificuldade foi reaprender a utilizar acentos no Mac - essa é uma coisinha que o Windows leva uma pequena vantagem: colocar acentos no Windows é um pouco mais intuitivo do que no Mac. Mas isso está aberto a debate, uma vez que a repetição deixa qualquer coisa intuitiva.
Como ainda estou aprendendo a usar algumas funções do OS X (lembrem-se, tem todo um sistema UNIX por baixo do pano que ainda nem comecei a brincar ainda), além de mostrar como tem sido a experiência, espero também aprender com quem estiver lendo o blog. Tenho certeza que, com os novos Macs, muita gente está na mesma situação. A melhor forma de aprender a viver no mundo da maçã é ter curiosidade. Não se preocupem em passear pelo sistema: o OS X é estável como uma montanha. Um mês de uso e tive apenas duas ocasiões de programas dando erro (e mesmo assim por descuido meu, apenas); em nenhum momento tive um equivalente da Tela Azul.
Enfim, depois volto com dicas e mais relatos do maravilhoso mundo de Steve Jobs.

1 comentários:
Cara, coincidentemente me chamo Guilherme e acabei de trocar meu notebook por um Macbook. Faço minhas as suas palavras. Os detalhes são surpreendentes. boa sorte com sua nova máquina.
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