28/02/2007

Beryl e outros efeitos piruleantes

Beryl?

Cara.
Eu não entendo qual é a desse Beryl.
Pra que eu preciso de um desktop flamejante ou uma janela gelatina?
Ou mudar de desktop fazendo um cubo? E tem gente séria em blogs -- supõe-se -- sérios falando desse cubo como se fosse a coisa mais linda inventada.
Que coisa inútil. Eu quero clicar no botão pra mudar a área de trabalho e mudar a área de trabalho. Tipo. clicar, mudar. Não quero ver um cubo. Ou uma janea pegando fogo.

Quer dizer, são pixels. Sinto muito, mas são pixels. Na tela do seu computador não há mais nada. Só pixels. Juro. E pixels são muito legais e tudo, bolinhas coloridas, uau.

No Windows eu usava aquele tema clássico e cinzento. Aqueles outros temas do XP me davam até agonia.

Desktop 3D? Não! São pixels!

E acho bonito, sombras, transparências (eu uso o meu terminal aqui no Ubuntu transparente, mas é porque o terminal é a coisa mais sem graça que o Linux tem, então ele pode pelo menos ficar com a cara do wallpaper), etc. Mas eu posso passar uma semana usando um sistema com essas coisas e vou começar a mexer em todas as configurações para ficar só com o que interessa.

Eu quero clicar nas coisas e as coisas abrirem. Ou mandar elas fecharem e elas fecharem. Pra que eu preciso de sombra no mouse? Ou, sei lá, uma janela que dá uma pirueta antes de fechar? Gente. Se é pra deixar a área de trabalho mais agradável é só botar um wallpaper bonitinho. Não esses wallpapers feiosos cheios de escritos e um 3D mal feito ou uma Ferrari feita no Corel Draw.

Eu mudo de wallpaper uma vez a cada semana.

Mas chega, né? Nada de ícones giratórios ou saltitantes. Eu sempre fico com a sensação que essas coisas só servem para disfarçar o tempo que alguma coisa leva para carregar. Como aquela extensão do Firefox que te dá uma splash page.

Eu acho meio assustador porque as pessoas realmente ficam impressionadas com esse tipo de efeito especial, e a experiência agradável. Aquela coisa meio Windows Vista e suas janelas voadoras. Sim, o Windows Vista está muito bonito. Quanto do sistema ele não exige só porque ficou bonito? "Oh, venham ver, tenho um circo numa caixa." Cara, vai trabalhar. Abre aí seu editor de texto ou de planilhas e vai trabalhar. Se o meu editor de texto começar a pegar fogo eu vou é ficar assustada.

Windows Compute Cluster Server

Tudo começou com o surgimento dos primeiros mainframes, ainda na década de 40. Você já deve ter visto um desses em filmes: aquelas máquinas enormes sendo operadas por técnicos com cara de nerd, vestindo avental branco. Tudo bem que no começo eles tinham a capacidade de uma calculadora moderna, ou menos, mas o objetivo sempre foi o processamento de grandes volumes de informação; uma atividade vital para grandes organizações (bancos, universidades), institutos de pesquisa e militares. Os mainframes ainda fazem parte do dia-a-dia das grandes corporações e de governos, são bastante utilizados em atividades que necessitam de altas taxas de transferência de dados, mas hoje dividem espaço com os chamados supercomputadores: máquinas utilizadas na solução de problemas que demandam o uso de grande quantidade de memória e que têm o tempo como uma variável importante. Um bom exemplo é o Deep Blue, supercomputador com capacidade de avaliar 200.000.000 de posições por segundo, que venceu o super campeão Kasparov em desafios de xadrez. Com ele, o termo computação de alta performance (HPC, em Inglês) deixou os laboratórios e ganhou a mídia.

Mas e o custo? Qualquer um que trabalhe em TI sabe que este é um fator que deve ser levado em conta na estruturação de qualquer projeto, qualquer que seja a capacidade de processamento que se queira atingir. E se a capacidade necessária fosse conseguida com o uso de uma estrutura descentralizada e barata, baseada em computadores comuns, compartilhando recursos em rede? É o clustering: a computação de alta performance baseada em clusters de alto desempenho; células de processamento compostas por dois ou quatro CPUs, por exemplo, compartilhando recursos em rede e funcionando como se fossem um só grande computador. Com o avanço tecnológico do hardware (diminuição do tamanho e aumento da capacidade), essa solução tem se mostrado cada vez mais acessível.

A supercomputação baseada em clusters é a vedete do momento e vem conquistando usuários a cada dia. Mas um fator limitante para a implementação destes servidores muitas vezes é a complexidade envolvida na tarefa. A mão-de-obra altamente especializada e normalmente cara, aliada ao treinamento necessário a usuários e equipes de manutenção, faz doer ainda o bolso de empresas ou instituições que queiram aderir à computação de alta performance. O motivo? Tradicionalmente, tais servidores são baseados em sistemas operacionais gratuitos do mundo Unix (normalmente os diversos sabores de Linux),o que reduz custos por um lado, mas faz aumentar os investimentos para a integração entre os sistemas em uma mesma empresa e demanda ainda mais treinamento das equipes para executar tarefas básicas.

Mas, como sempre acontece, a Microsoft percebeu as demandas deste crescente nicho de mercado e resolveu agir, não faz muito tempo, lançando o Windows Compute Cluster Server 2003 (WCCS). A meta é bastante clara: se existe uma plataforma em crescimento, cada vez mais acessível a todos, a Microsoft quer seu software nela. Para tanto, o WCCS oferece aos clientes a facilidade do mundo Windows, as tarefas de instalação automatizadas e um modo bastante intuitivo de gerenciamento, tudo por um preço realmente baixo se comparado com outras soluções existentes. A idéia é que a facilidade maior de uso e implementação da infraestrutura resulte em maior produtividade das equipes de TI, reduzindo substancialmente os custos.

O WCCS, baseado na cada vez mais utilizada arquitetura 64 bits, também promete excelente integração com as estruturas de TI por ventura já existentes na empresa, até porque é muito comum que tais estruturas sejam baseadas em windows. O ambiente de desenvolvimento utilizado é o Visual Studio 2005, que permite a criação de aplicativos sob medida para as necessidades da empresa, em ambiente já completamente familiar aos desenvolvedores. Desta forma, é ótimo o suporte a aplicativos especializados. Outra coisa interessante é a facilidade na divisão de tarefas entre os clusters. O WCCS permite facilmente a alocação de recursos do sistema: alguns clusters podem trabalhar em tarefas menores enquanto outros trabalham em cálculos mais complexos.

Bem, os leitores deste blog devem saber que sou fã de soluções Open Source, mas que para mim ainda é mais importante a facilidade de uso das soluções e sua relação custo x benefício. Acho que todos ganham em um mercado mais competitivo, onde tanto a Microsoft quanto outras empresas ofereçam bons produtos, de forma que o usuário possa decidir pela melhor solução para sua empresa ou instituição.

A Microsoft já anunciou estar trabalhando em uma nova versão do Windows Compute Cluster Server, o WCCS 2006 (ou seria agora 2007?). Acredito sinceramente que este lançamento esteja para acontecer. Agora que o Windows Vista é uma realidade, é natural que outros produtos ganhem foco, principalmente os voltados para o mercado corporativo. Vamos aguardar.

26/02/2007

Players de música para Linux, parte 1: Rhythmbox

Porque sou meio obcecada com essa história de player de música. Se o player não me agrada, eu não ouço música. Se eu tenho que rolar muito a rodinha do mouse pra encontrar a música que quero também não me serve. Se tenho que criar playlists para ouvir uma seqüência de músicas qualquer que seja, também acho um saco.

E por isso quando no Windows passei alguns dias até ficar feliz com um foobar2k + um monte de plugins (o Doni pode falar do foobar2k melhor, agora, peçam a ele). Mas eu ainda tinha o iPod, e continuei usando o iTunes para ele.

Mas eu odeio o iTunes.

Eu comecei a usar o iTunes por causa do iPod, e todo o tempo em que tive o iTunes como player padrão eu tinha tanta raiva de abrir aquele bicho para qualquer outra coisa que não atualizar o iPod que eu praticamente não ouvia música nenhuma.

O que nos leva ao primeiro player de música para Linux que vou falar:

O Rhythmbox.

Não vá esperar qualquer análise séria e profissional. Vou aqui dizer o que acho. O melhor jeito de escolher o player certo é sair por aí testando TODOS. Tem uma discussão sobre players de música para o Gnome nesse tópico do fórum em inglês do Ubuntu, para quem achar que a minha opinião sozinha não serve nem pra calço de mesa.

Além do nome difícil de escrever (sempre fica faltando um h em algum lugar), esse é também o player padrão do Gnome. Então ele já vem instalado, feito o Windows Media Player vem no Windows, e não há como se livrar dele.

Mas ele é o próprio iTunes sem o charme do brushed metal da Apple (não que eu ache aquilo lindo).
Deve consumir menos memória.

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O que me irrita nele é todo esse desperdício de área útil com a biblioteca. Claro que a biblioteca é importante, ainda mais se você tem mais de, digamos, mil músicas (devo ter umas 5 mil e tantas). Qualquer seqüência de música que você quiser montar é preciso antes criar uma playlist, salvar no sistema, e aí sim arrastar as músicas para essa playlist. Isso não é nada intuitivo. Eu não quero criar uma playlist para cada um dos meus humores. Eu só quero ouvir música!

Mas estou exagerando.
Fuçando bastante existe, sim, um jeito de criar uma áreazinha chamada lista de reprodução onde você pode ir jogando músicas para que ele vá tocando sem fazer perguntas burocráticas. Mas a visualização disso tudo ainda é, eu diria, precária. O Rhythmbox é um player meio do tempo das cavernas. Ele se prende demais nessa idéia Gnome de "seu usuário é meio retardado, não dê a ele muitos botões". E é um parto para achar todas as coisas que o bicho pode fazer.

Ele organiza a coleção de música exatamente do mesmo jeito que o iTunes mas não te dá muitas opções e é bom que suas tags estejam todas em dia. Eu tive problemas para fazer com que ele reconhecesse minhas músicas .m4a. Aí converti tudo para .mp3 e resolvi o problema. Reconhece o iPod mas é meio lento para lidar com ele.

O que tem de bom:
Simples. Vem instalado no Gnome, é só ligar e tocar. Se as tags estiverem arrumadas e você estiver acostumado com o iTunes só vai sentir falta da aparência Apple viadinha.

O que tem de ruim:
Simples demais. Não tem suporte para letras, Wikipedia. Demais parecido com o iTunes. Já falei que eu odeio o iTunes? Para atualizar a coleção de músicas ele quase dá uma dormidinha (e você também). Cada vez que você clica em algum artista ou álbum ele demora um tanto para dar uma pensadinha até carregar o que te interessa.

Não testei a eficiência dele para lidar com podcasts. Dizem que faz o serviço.
Que é, basicamente, o que o Rhythmbox faz. O serviço.

25/02/2007

E para fechar o domingo

Aprenda a instalar o Windows Vista em 2 minutos!

24/02/2007

del.icio.us foi mais rápido do que eu

A nova extensão del.icio.us destruiu tudo que falei nos últimos posts sobre o Firefox. Ela está mesmo genial, e só me frustrei um pouco porque não consegui colocar ela na minha All-in-One Sidebar, apesar dela ter um módulo que abre -- pelo menu -- na barra lateral. De qualquer forma, essa nova versão faz o que eu reclamei que ela não fazia antes: integra de verdade o del.icio.us com o Firefox. Vale a pena, principalmente para aqueles que leram meus últimos posts resmungando que jamais abandonariam o bom e velho del.icio.us.

Quem tem a versão antiga precisa baixar outra vez. Parece que ela não vai se atualizar sozinha (não se atualizou para mim).

Agora não sei se fico com o Gmarks. Talvez eu deixe o Gmarks só para artigos de blogs, já que ele pode se integrar com o Google Reader, e use o del.icio.us para o resto. Vamos ver.

Oba oba do momento #3

TUAW: Will Apple release a black iMac?
The Apple Blog: Black iMacs
Mac Rumors: Apple Sub-Notebook Nearing Release? 15.4" MacBook in 2nd Quarter 2007?
Ars Technica, blog Infinite Loop: Rumor: new Macs before the summer, possibly black iMac

O mundo Apple/Mac é curioso. Se, por exemplo, amanhã saísse o tão famigerado iPod com vídeo widescreen e HD flash-based (ou seja, não com os disquinhos que usamos desde que computadores foram criados), no dia seguinte já surgem rumores que a Apple teria um modelo novo e melhor daqui a seis meses que faz cafezinho. É a alegria dos jornalistas e blogueiros - nunca falta assunto.

A linha de Mac teve sua última atualização em novembro passado, com os MacBooks passando para chips Core 2 Duo (como o Mac que estou usando agora). De fato estaria na hora de rever principalmente o MacBook Pro, que não tem um redesign sério desde sua época PowerBook, e o Mac Pro, que parece um ralador de queijo.

Quanto ao iMac preto, seria o ó do borogodó. Lhes garanto que o MacBook preto é um dos gadgets mais bonitos que tive o prazer de usar até agora (tenho certeza que o iPhone será ainda melhor, mas quero reservar o julgamento pra quando eu tiver um em mãos). Já MacBooks menores que os de 13 polegadas acho que seria overkill - um de 13 me parece portátil o suficiente, e para fazer qualquer coisa menor que isso teriam que tirar o drive de CD/DVD, o que acaba com boa parte da funcionalidade do computador atualmente.

O que vocês acham?

PS: pra mim, o iPhone não é um iPod com vídeo - é um telefone que toca vídeos. E ponto final. iPod é iPod.

She's Such a Geek!

Melissa Snyder Acabo de ficar sabendo pelo Favoritos da Luiza Voll que a Inkling Magazine lançou o concurso She's Such a Geek Photo Contest e resolvi fazer um apelo público à minha companheira de blog: Olivia, por favor mande para eles uma daquelas fotos em que está linda e loira (com todo o respeito, Roger) configurando seu Ubuntu Linux! Eles receberão as fotos até dia 28!

Momento Mershandising:

Tenho ainda postado pouco aqui porque estou um tanto atrapalhado com a estréia do meu novo blog. Para quem ainda não conhece, é o Hedonismos.

Oba oba do momento #2

Pre-Installed Linux | Ubuntu | Fedora | OpenSUSE | Multi-Boot - Dell IdeaStorm
Dell Caught in Storm of Its Own Making?
Ubuntu Pré Instalado nos computadores Dell (!?)
Dell and Linux - the people's choice
Clientes Dell nos EUA pedem Linux e OpenOffice pre-instalados
Dell 2.0: Atenção total ao Linux
Clientes DELL pedem Linux e OpenOffice pre-instalados (EUA)
Pre-Installed Linux Tops Dell Customer Requests
Linux pré-instalado | Ubuntu | Fedora | OpenSUSE | Multi-Boot
Dell and Desktop Linux: Can it Work?
Dell e Linux no desktop: poderia funcionar?

Hah. Isso só pode significar que existem mais nerds do que o mundo pensava.

Firefox 2.0.0.2

Ontem saiu a versão 2.0.0.2 do Mozilla Firefox, como sempre trazendo algumas atualizações de segurança e estabilidade. Mais informações aqui.

23/02/2007

Para um Firefox mais eficiente - parte 3 de 3

Ufa. Quase que o post não sai.

Enfim, enfim. All-In-One Sidebar.

Parte 3: a informação aos seus pés

Clica, instala. E depois se pergunte como você conseguia viver sem ela.

Basicamente é uma barra lateral com tudo que você poderia querer numa barra lateral:
Favoritos;
Histórico;
Downloads;
Extensões;
Código fonte;
Informações sobre a página;
Fotofox (outra extensão);
Gmarks (chegamos onde queríamos chegar).

Porque o del.icio.us é muito legal e tudo, mas ele não te dá uma barra para usar integrada ao navegador (por outro lado, li hoje que a extensão do del.icio.us está para ficar melhor).



Para adicionar botões nessa barra lateral basta clicar em qualquer espaço vazio (dela ou de qualquer outra barra que não a de favoritos) e clicar em customizar. Ela é uma barra de ferramentas como as de cima. Extensões como a Fotofox ou a Gmarks que abriam em uma barra lateral de qualquer jeito podem ser adicionadas junto dos botões da All-in-One Sidebar.

Ah, eu não contei? O Gmarks tem um botão que você adiciona na barra (não precisa ser na barra lateral, com essa extensão, mas ajuda) e quando clica, abre uma barra lateral com todas as suas tags, navegáveis:



Claro que eu não PRECISO de uma extensão para abrir todas essas coisas na barra lateral (se bem que para abrir as extensões, os downloads, o código fonte e as informações sobre a página é o jeito mais fácil). Mas é sempre melhor centralizar todas essas funções num lugar só.

Porque isso pode ser mais fácil que usar os favoritos locais:
Usando tags é muito mais fácil localizar qualquer coisa. Vamos supor que você quer guardar o Über Geek nos seus favoritos. Você guarda em uma pasta chamada "blogs". Ou uma pasta chamada "tech". Mas ele só pode estar em uma pasta. Depois você quer encontrar onde diabos guardou aquele site engraçadinho com um cabo de rede no header, e... Mas era um blog? Será que guardei na pasta de temporários? Oh, não!

Claro, com esse exemplo a coisa parece pequena. Mas eu vez ou outra guardava um site com fotos stock e botava em "referências". Depois ia guardar outro do mesmo tipo e jogava em "stock". Outro em "imagens". E nunca mais achava nada.

Se você usa tags os sites podem estar em um monte de lugares ao mesmo tempo. Ele pode ter as tags "blog" e "artigos" e "tech" e "linux" e "amigos da faculdade". Quando você quer achar alguma coisa você só precisa lembrar uma delas. Ou, melhor, se você se lembra que no título da página tinha um "ipod"; basta digitar na busca do Gmarks o que você quer.



Eu estou num processo de transferir todos os meus favoritos para o Google Bookmarks. Ou quase todos. Por ora, passei todos que estavam na pasta "temporários" e "linux" (porque a maioria da pasta "linux" era de "temporários") e também boa parte daqueles que eu tinha como referência (tutoriais de css, stock photography, referência de cores, web apps inúteis que eu ainda quero dar uma olhada, mas não agora). E todos os favoritos que surgiram depois que instalei o Gmarks estão indo direto para lá.

Mas! Ah! Mas você gosta dos seus favoritos guardados localmente!
Não tem problema. No Gmarks você pode salvar o favorito nos dois lugares, ao mesmo tempo. Você pode até sincronizar os dois, mas nem sempre é bom sair por aí sincronizando tudo (sempre existem aqueles favoritos que ninguém pode ver, e os bookmarks do Google ficam, a princípio, em uma página pública).

Eu acho isso tudo muito fácil.

Criei uma tag chamada "topost" onde jogo as coisas interessantes que ainda vão render post. Outra chamada "later" (que está ficando meio grande demais) com todas as coisas que quero ver com mais calma quando eu puder. Outra: "artigos" que funciona como um álbum de recortes de revistas.


Claro que o Firefox pode ficar ainda melhor (quem não conhece, dá uma olhada no post que fiz antes desse blog ser criado, em meu outro blog, sobre extensões para o Firefox e programas úteis para o Windows; só para começar).

Como você usa o Firefox? Tem alguma extensão ou script do Greasemonkey que não sabe viver sem?

22/02/2007

Oba oba do momento #1

Google Apps Premier Edition Launches;
Google takes aim, fires at Microsoft Office;
Google Premium: Don't get too excited;
Google Apps - Premier Edition;
Reaction to Google Apps Premier Edition;
Google Introduces Google Apps Premier Edition;
Google Apps grows up;
Google Apps for Your Domain goes Premium;
Google lança Apps Premier Edition.

Sei não, mas quando se lê muitos feeds sobre um mesmo assunto, você começa a ficar com a impressão que estão todos falando é a mesma coisa.

Mas enfim.

O Google parece que lançou uma paradinha premium aí, ficou sabendo?

Para um Firefox mais eficiente - parte 2 de 3

De volta. Pensaram que eu tinha desistido?

Quem ainda não sabe usar o Google Reader, leia a primeira parte. Quem, por algum motivo estranho, não encontrou de jeito nenhum a opção de colocar o Google Reader como o leitor padrão de feeds, eu tenho uma solução.

Primeiro, instale a extensão Greasemonkey. Com ele instalado e o Firefox reiniciado, é só usar esse script (é só clicar em "install script" que o Greasemonkey faz o resto). Agora, toda vez que a página tiver algum rss, vai aparecer um balãozinho no canto da página te dando a opção de assinar o feed pelo Google Reader. Não é o jeito mais lindo de fazer as coisas, mas para quem está muito perdido pode ser a melhor solução.

Agora vamos começar a integrar tudo.

Hein? Integrar? Do que essa louca está falando?

Ah! Ora. A gente lê tanta coisa interessante pela internet, e encontra tantos sites interessantes. Alguns vão jogando tudo nos favoritos do navegador, outros mais neuróticos (como eu) organizam os favoritos em pastinhas de, teoricamente, fácil acesso. Outros ainda usam o del.icio.us, que tem uma extensão para funcionar com o Firefox e pode até ser muito interessante.

Mas e depois para encontrar os sites que você jogou nos favoritos? Mais fácil dar outra busca no Google. E aqueles sites que você não tem tempo para ver agora mas quer ver depois? Joga numa pasta de temporários! Rapaz! Minha pasta de endereços temporários estava crescendo feito gráfico de equação exponencial!

Parte 2: o Google Bookmarks no lugar do del.icio.us

Por muitos motivos. O principal deles é muito simples. A extensão do Google Bookmarks para Firefox, Gmarks, é muito melhor que a do del.icio.us. Para adicionar qualquer site no del.icio.us você clica no botão da extensão, ele abre um pop-up e nesse pop-up a página html de inserção de site se abre. Você preenche os campos e envia. Parece simples!

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O problema é que algumas vezes os cookies expiraram e você precisa, antes de enviar a página, se logar no serviço outra vez.

Com o Gmarks você clica no botão da extensão e ela abre um diálogo (não carrega página nenhuma) com os campos a serem preenchidos. Nome da página, endereço, tags (labels, o Google tem problemas) e pronto. Clica em adicionar e está feito.

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Mas não é só isso. Com a extensão você também pode adicionar um botão no navegador que te mostra todas as tags e endereços sem precisar e carregar página nenhuma.

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Mas dá para fazer ainda mais.

O Google Reader te permite colocar uma "estrela" nos itens que você mais gosta. O bicho é simpático, mas fica por aí. Usando o Greasemonkey, existe um script que cria um botãozinho a mais no rodapé dos itens: "add bookmark".

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Isso adiciona a página do post aos seus Google Bookmarks -- e você nem precisa entrar na página do post pra isso. É só clicar, preencher o balãozinho ajax que aparecer e pronto.

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Para mim, motivo o suficiente para deixar o del.icio.us em segundo plano. Ainda uso, mas só para compartilhar sites interessantes no meu outro blog.

Amanhã (e dessa vez vai ser amanhã MESMO, o post já está PRONTO) eu vou apresentar a All-In-One Sidebar, e como ela se encaixa nessa história toda (ela se encaixa em qualquer coisa), e vocês vão ter vontade de nunca mais salvar nenhum favorito localmente.

21/02/2007

Óia a postura, muleque!

Somos todos geeks. Mas não queremos ser geeks com problemas de coluna.

Esse site aqui, que achei por um post no sensacional Lifehacker, mostra quatro formas de manter uma postura saudável enquanto aproveita seu computador, seja ele Windows, Mac ou Linux.

Pessoalmente sento bastante de pernas cruzadas. Já a idéia da bola me parece um pouco exótica demais. Usar o computador na esteira, então, nem ferrando.

20/02/2007

RSS no Mac

Ao contrário dos comparsas do blog, eu não uso o Google Reader pra muita coisa. Usei por um tempo quando ainda tinha meu corajoso Dell Pentium III (o PC que tinha antes de passar pro Mac), mas o desempenho dele na minha antiga máquina me irritava, mesmo usando Firefox. Esse negócio de Web 2.0 é só pra máquinas que tenham a envergadura mor... Erh, tecnológica pra renderizar os badulaques no navegador. Isso merece um post próprio pra depois.

Quando troquei pro Mac, tentei voltar a usar, mas descobri que o Reader tem alguns issues com o Safari - conhecendo a máquina Google, logo serão corrigidos, mas enquanto não são eu procurei uma outra alternativa.

Encontrei o NetNewsWire, recomendado quase unanimemente por todos os blogs que achei na internet tratando do assunto. Há duas versões: paga e lite (ou seja, free as in beer). Uso a versão gratuita, mas a qualidade é tão boa que parece um programa pago. Pelo que vi, a versão paga tem alguns badulaques a mais que não precisarei, então a gratuita dá pro gasto muito bem.

O programinha é MUITO rápido. Tenho quase 30 feeds na minha lista de leituras diárias, e ele carrega as novidades em determinados intervalos de tempo ou a cada login muito, muito mais rápido do que o Google Reader. A interface dele é bem simples, a leitura de artigos é feita de forma mais ordeira que o Google Reader, e não dá tilt com o Safari.

Ainda estou pra encontrar desvantagens muito significativas com ele - talvez uma delas seja a pouca integração com o Blogger pra escolher os feeds favoritos (vejam as nossas seleções aí do lado). Não sei ainda se isso é corrigido na versão paga. Se quiserem contribuir pra pagar os 25 dólares que custam o programinha, toda ajuda é bem-vinda...

Otimizando quem?

Quem anda por aí procurando meios de deixar o Firefox mais rápido já deve ter topado com um troço chamado "pipelining" que, dizem, aumenta o número de pedidos que o navegador faz pra visualizar uma página e por isso aumenta a velocidade do carregamento.

Mas o que eu ia dizer.

Se aumenta ou não a velocidade, não sei. Pra mim, não fez diferença. A diferença que fez foi que o Google Reader não carrega com esse bicho ligado. De jeito nenhum. Mais alguém notou ou o problema é só comigo?

Um safari pela net, ou caminhar com a raposa?

Via de regra, quem usa Mac escolhe como navegador de preferência o Safari, feito pela Apple e incluído no pacote que vem com todo Mac (embora não embutido no sistema como o Internet Explorer é no Windows - o que é um enorme alívio).

Em 99% das vezes que tenho navegado na net usando o Mac, o Safari dá e sobra pro que uso - ele renderiza as páginas rapidamente (mais rápido que o Firefox ou o IE), aceita boa parte dos plugins embutidos em determinadas páginas (Flash, filmes, QuickTime etc. Só não gosta do Windows Media Player), consome pouca memória... Tem até um leitor de RSS embutido que inicialmente é razoável, mas pra quem tem coleções muito grandes de feeds, ele soluça um pouco nas atualizações. (Depois farei um post específico sobre RSS no Mac.) Sua maior desvantagem é não ser extensível como o Firefox é, mas até aí é uma questão de gosto (eu não senti muita falta disso até agora).

Para os sites que não são compatíveis com o Safari, no entanto, há dois navegadores que são boas opções. Um é o próprio Firefox, que dispensa apresentações. O outro é o Camino, que usa a mesma tecnologia do Firefox, mas é um navegador construído desde o início para ser um navegador do OS X (diferentemente do Firefox, que é convertido de suas raízes Windows e Linux).

O Firefox no Mac é igualzinho aos seus equivalentes no Windows e no Linux. Por um lado, isso é bom: instalar extensões é igual nos três sistemas, e a confiabilidade do navegador é a mesma. Por outro lado, e isso é um problema específico ao Mac, o Firefox é horroroso em termos de design. Ele realmente parece um programa quadradão de Windows/Linux no meio do ambiente todo redondinho do Mac. Isso, à primeira vista, incomoda um pouco, mas com o uso essa sensação passa.

O Camino, por sua vez, realmente tem cara de OS X. Internamente, ele é igual ao Firefox em desempenho, e ainda consome menos memória do que a raposa. Mas ele tem uma enorme desvantagem: ele não é compatível com qualquer extensão do Firefox em razão de diferenças de programação entre o código do Firefox e o ambiente Mac.

Se você acabou de passar pra Mac, a melhor sugestão é ficar com o Safari para uso rotineiro. É bem mais simples. Se não gostar, ou se precisar mudar para entrar em algum site específico (sites de bancos, principalmente), aí você pode escolher conforme sua necessidade: o Firefox é um memory hog (como é no Windows), mas é extensível, e a gente conhece e confia. O Camino é mais leve e usa a mesma tecnologia, mas não é extensível. Isso fica a cargo que quem usa.

Agora, se você realmente precisa do Internet Explorer, então teremos problemas. Lembro que usei o Explorer para Mac uma vez, fiquei impressionado como era ruim. Acho que o IE é tão odiado que não encontrei um link sequer nos sites da Apple ou da Microsoft pra baixar o coitado e fazer uma comparação justa. Se não me engano, o programa foi suspenso mesmo, mas não lembro quando isso aconteceu. Oh well.

19/02/2007

Aprendendo Firefox

Para quem manja inglês e quer aprender a lidar com o Firefox (ou está apanhando do Firefox e está quase voltando ao IE), a turma do CyberNet News criou um site chamado Learning Firefox. O melhor mesmo é passar de uma vez a página "What is tabbed browsing" para a sua mãe que ainda usa o IE 5, e começar uma revolução.

18/02/2007

Alquimia no computador

A primeira, e talvez mais importante, dica que posso dar aos switchers que foram de um sistema qualquer ao Mac OS X é a seguinte: aprendam a usar o Quicksilver.

Explicar como ele funciona requer alguma abstração por parte do leitor (mas ao vê-lo em ação, sacar o funcionamento é imediato). O Quicksilver é uma espécie de launcher, um programa que serve para facilitar o acesso do usuário a determinados aplicativos ou funções do sistema. A graça do QS é ele ser infinitamente extensível, a ponto de você poder fazer potencialmente qualquer coisa com o seu Mac a partir apenas de alguns toques no teclado.

Imaginem o seguinte: você está usando seu computador e lembra que tem que enviar um arquivo por e-mail para um colega. O caminho normal seria: abrir o programa de e-mail, clicar em Escrever Novo E-mail, digitar o nome ou e-mail da pessoa, anexar o arquivo, escrever uma curta mensagem, clicar em Enviar. Ok, há caminhos alternativos, como clicar no e-mail no cartão virtual da pessoa no Address Book. Mas reparem que o mouse/trackpad é cutucado sempre.

Com o Quicksilver, você sequer precisa tocar no mouse/trackpad para fazer exatamente a mesma tarefa, e ainda faz isso muito rápido. Ctrl+Espaço para chamar o QS (ele funciona de forma semelhante ao Spotlight), digitar as primeiras letras do nome da pessoa, escolher "E-mail item", escolher o arquivo, apertar Return/Enter, et voilà, e-mail enviado. Além de mandar e-mails, você pode redimensionar imagens, renomear arquivos, controlar o iTunes sem ter que abrir uma janela sequer, criar eventos no iCal, abrir um site no Safari ou qualquer outro navegador... As possibilidades são várias.

Não há como explicar o funcionamento do QS apenas usando texto. Baixem o programinha e aprendam a usar. Uma leitura longa mas recomendada para pegar os primeiros passos é o manual de um cara chamado Howard Melman, disponível aqui (arquivo em PDF grandinho, cuidado ao abrir).

Eu sei que há programas similares para Windows e Linux (se bobear até pra FreeBSD), mas não sei como eles funcionam para comparar com o original. Comentários serão muito bem vindos.

UPDATE (18/Fev, 10h15): Sim, há um equivalente para Windows que, pelo que pude ver do site, é bem parecido com o Quicksilver mesmo. A Olivia usa(va) esse programinha. Chama-se Launchy, e está disponível para download aqui.

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Windows Vista talvez seja um bom motivo para você comprar um Mac

Claro que eu não tenho nada a ver com essa história, porque por ora desisti dessa de pagar por sistemas operacionais, mas o artigo não deixa de ser interessante. Topei com ele no Digg: Wait! Don't Buy Microsoft Windows Vista. O artigo é em inglês.

E para não ficar atrás, vou também linkar o How to Comfortably Switch From Windows to Ubuntu.

(O resto da micro-série sobre um Firefox mais eficiente eu termino e posto aqui mui logo.)

16/02/2007

Tudo começou com uma maçã

Howdy!

Meu nome é Guilherme, e sou um Apple-maníaco convertido há cerca de um mês, desde que troquei meu PC de seis anos e pouquinho por um MacBook novim, novim. Fui convidado (na verdade me candidatei, mas ninguém precisa saber) a participar do blog pela Olivia, amiga já de muitos outros carnavais, quando vi que ela abriu um blog para geeks. Afinal, se o blog já tem um janeleiro e uma pingüim, tem que ter alguém do lado da maçã.

Como "me converti" recentemente, faço parte da nova onda de Mac-maníacos que surgiu após a mudança da Apple para processadores Intel (provavelmente a decisão mais genial que o Steve Jobs tomou desde que reassumiu a companhia). Vou aproveitar o primeiro post aqui no blog pra relatar aos prováveis muitos curiosos como é sair de 15 anos de uso com Windows e passar pra Mac OS X (que se pronuncia "dez", e não "xis" - não fale "xis" ao lado de um Mac-maníaco mais convicto).

Long story short, meu primeiro mês de Mac se resume à seguinte pergunta: por que diabos eu não mudei antes?

O que mais impressiona pra quem usa um Mac com calma pela primeira vez (não valem aquelas fuçadas que todo mundo gosta de fazer nas lojas de informática que têm Macs em exposição - você precisa usar por um dia inteiro, non-stop, pra entender a magia da coisa) é como o computador parece gostar de ser usado. Efeitos gráficos bonitos, mas discretos, ajudam a deixar o uso da máquina como uma experiência lúdica. Quem tem familiaridade com Windows diz (como eu dizia): "Bah, mas eu não preciso desses badulaques todos!". Não precisa, mas deixa mais agradável. Já que estaremos com uma tela de computador na nossa frente o dia inteiro, que ela seja agradável.

Essa "vontade de trabalhar" do Mac se reflete em várias outras coisinhas. Afirmo desde já: o Exposé é a nona maravilha do mundo (todo mundo discute qual é a oitava, mas já temos a nona). Sabe o Alt-Tab do Windows? Pense isso, só que mais eficiente (e anos-luz à frente em beleza). Incorporar isso à rotina é fantástico. Também no sistema integrado de spellchecking o Mac se mostra superior em termos de facilidade e produtividade - todos os programas usam a mesma base do próprio OS X.

O processo de adaptação varia de pessoa para pessoa, como sempre. Para mim, foi bastante tranqüilo - salvo uma ou outra coisinha pequena, não sinto falta do Windows para qualquer coisa. Claro, trocar de computador é como mudar de casa; você tem que mudar certos hábitos para se tornar tão produtivo quanto era antes. Minha maior dificuldade foi reaprender a utilizar acentos no Mac - essa é uma coisinha que o Windows leva uma pequena vantagem: colocar acentos no Windows é um pouco mais intuitivo do que no Mac. Mas isso está aberto a debate, uma vez que a repetição deixa qualquer coisa intuitiva.

Como ainda estou aprendendo a usar algumas funções do OS X (lembrem-se, tem todo um sistema UNIX por baixo do pano que ainda nem comecei a brincar ainda), além de mostrar como tem sido a experiência, espero também aprender com quem estiver lendo o blog. Tenho certeza que, com os novos Macs, muita gente está na mesma situação. A melhor forma de aprender a viver no mundo da maçã é ter curiosidade. Não se preocupem em passear pelo sistema: o OS X é estável como uma montanha. Um mês de uso e tive apenas duas ocasiões de programas dando erro (e mesmo assim por descuido meu, apenas); em nenhum momento tive um equivalente da Tela Azul.

Enfim, depois volto com dicas e mais relatos do maravilhoso mundo de Steve Jobs.

Para um Firefox mais eficiente - parte 1 de 3

Ok, você já usa o Firefox. Então vamos deixar tudo isso ainda melhor.

A primeira combinação é Google Reader + Google Bookmarks + Gmarks + Greasemonkey + AllInOneSidebar. Essa última é a extensão que une todas as outras e dá sentido à existência (e é genial).

Claro, você pode gostar muito mais do del.icio.us para armazenar seus favoritos na web, mas a integração do del.icio.us com o Firefox ainda é lenta demais pro meu gosto. Continuo usando o del.icio.us para compartilhar sites interessantes, mas a proposta aqui é outra.

Parte 1: o Google Reader para dummies

O melhor leitor de feeds rss, na minha opinião. Porque é rápido, e rápido é importante quando você assina um monte de tranqueira e só lê algumas coisas, mas quer poder dar uma olhadinha em tudo. Qualquer um pode aprender a usar o Google Reader e nem precisa entender muito bem o que é um feed rss.

Para começar, vá nas preferências de seu Firefox e, em "RSS" ou "Feeds" (depende do idioma), defina o Google Reader como seu leitor de feeds padrão.

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(Não repara o "Swiftfox", é a mesma coisa.)

Pronto. Agora quando você clicar em qualquer endereço de feed (olha aí do lado direito, onde está escrito "rss") você vai ser levado para uma página do Google te perguntando se quer assinar usando o Google Reader ou o Google Home Page. Escolhe o Google Reader. E pronto. Você não precisa mais ir até a página do blog para ler os posts novos. Toda vez que tiver post novo, ele vai aparecer direto no Google Reader.



E não são só os blogs que usam feeds. Repara um ícone laranja que vez ou outra aparece ali em cima no canto direito da barra onde você digita os endereços. Significa que o site disponibiliza feeds rss. Então muitos sites de notícias e portais também usam esse sistema.

Pronto. Agora o melhor jeito de aprender é testando. Para quem já sabia de tudo isso, no próximo post venho com o resto. Que vá fuçando no que botei link ali no começo do post.

14/02/2007

Alegrias de nerd; compartilhamento de impressora

O meu post teste não conta. Então meu primeiro post é esse.

Eu só queria mostrar minha grande alegria de hoje:


Consegui configurar, por fim, o compartilhamento da impressora na minha rede Ubuntu-Xubuntu. Com esse tutorial simpático, da wiki do Ubuntu Brasil. Na verdade segui o tutorial pela metade e não deu certo. Depois tomei vergonha na cara, segui direito e funcionou. Que é para aprender alguma coisa sobre seguir tutoriais.

E sejam mui bem-vindos ao blog. Podem ajudar a espalhar por aí.

13/02/2007

She wants a big geek

Era 23 de julho de 2004 e eu tinha acabado de começar um blog. Encontrei na época um texto de uma estudante de direito sobre coisas que ela esperava de um homem, que a fariam se apaixonar. Uma delas é que ele fosse um grande geek! No texto, que infelizmente não está disponível já que ela não tem mais o blog, ela praticamente define o que é ser geek. Bem, ela está de blog novo, o Very Well Red, e eu resolvi ter um blog "tech" com a Olivia, então nada mais apropriado que reproduzir meu artigo original aqui:

Nem preciso dizer que essa coisa de Blog virou uma mania para mim. Tenho passado boa parte do dia (e da noite) escrevendo, procurando ferramentas, lendo a respeito etc. Numa dessas buscas encontrei este The Redhead Wore Crimson (desativado), de uma estudante de Direito de Harvard. A menina tem ótimas idéias e opiniões (dentre elas, é contra o governo Bush), mas o que me chamou a atenção mesmo foi este post, a décima-segunda parte da lista dela sobre o que ela quer num homem. Ela diz que deseja para ela um "big geek", alguém que tenha um claro interesse por algo, porque ela simplesmente ama pessoas que tenham paixões. Nas palavras dela: "particularmente alguém que balbucie como um louco sobre aquilo em que está envolvido, e então perceba que está fazendo isso, dê uma gargalhada, e então acidentalmente faça isso ainda mais, perceba novamente, e então fale sobre alguma outra coisa".

Gostaria que ela me visse escrevendo agora, murmurando "blog, blog, blog, blog"… O que me deixa feliz é que ela pensa como eu (não que eu queira um geek para mim também), pois quando começo a me interessar por alguém pouco importa o que essa pessoa faz, qual status ela carrega ou qual sua aparência. Importa que seja "smart", divertida, e que tenha aquele delicioso brilho no olhar quando fala daquilo que acredita. É bom saber que há também mulheres que pensam assim, pois sou um big de um geek! Juro que não encontrei o blog dela buscando por redheads na Internet… Sei que alguém pensou nisso!
Bem-vindos ao über geek!

O post teste mais lindo que você já viu

Oi, eu sou um post teste.

E eu sou um comentário em blockquote de teste. Agora um pouco de latim: Sanctus feugait incorrupte ea his, ei vix tollit incorrupte?

Ad qui detracto liberavisse, lobortis molestiae voluptatibus et eam, exerci graeco et pro. Has nusquam nostrum te! Suas integre disputationi usu et, mel hendrerit dissentiet ea. Eam id inani antiopam! Ea duis viderer pro.


Mas latim:

Ex vim ferri deleniti deserunt, est ei tempor noster. Eu vero adhuc detraxit eos. An lucilius oportere per. Ne postea petentium scribentur sea? Albucius patrioque sea ex. Graeco corrumpit vis ei, consul electram eos ei.



Ut aliquid maiorum nusquam est, nam atqui libris phaedrum at, vitae appellantur ei mel. Populo viderer blandit sed ne, ex est sumo timeam oportere. Ad quo brute illud tritani, ea nominavi disputationi sed, vix id harum pericula! No eam probo quando, mei id unum phaedrum necessitatibus?

O Blogger é meio retardado para lidar com tags html.

Ea zzril ignota propriae sit, per eu vide detracto aliquando? In stet natum vel, at posse feugait vel, ex amet unum repudiandae eos? Eu amet deserunt quo, ut qui ancillae patrioque. Veritus detraxit consectetuer vis cu, quo iusto admodum et. Omittam deserunt petentium vel id?

Pois é.