22/03/2007

O Linux para não-nerds

Estou há mais de mês usando o Ubuntu sem encostar no terminal (terminal é aquele bicho assustador que pede comandos em texto com códigos secretos que só os nerds entendem).

(Aí hoje, quando me dei conta disso, abri o terminal para dar um apt-get autoremove só pra ver se tinha alguma ponta solta.)

E hoje olhando o canal #ubuntu-br no irc pensei uma coisa.

Acho que o problema principal do Linux não é que ele dá muito problema e as soluções são complicadas. O problema é que os caras que são muito nerds e usam o Linux compulsivamente ficam levando o sistema por caminhos tortos e fazendo coisas que um usuário normal não-nerd nunca precisa fazer. Como compilar coisas. Programas coisas. Testar coisas em estágio über alpha.

Claro que vez ou outra o Linux dá erro quando você quer gravar um CD, mas isso nem é o que mais acontece. Esses problemas de hardware costumam ser consequência de falta de suporte.

Quando comecei a usar o Ubuntu vivia arrumando encrenca com programas por aqui e por ali. Mas eu estava de férias e não tinha mais o que fazer. Agora, estudando e trabalhando, usando só navegador-messenger-editor de texto o meu Ubuntu se comporta como qualquer usuário desinformado gostaria que ele se comportasse. Você clica e ele faz. Digita e ele escreve.

Linux -- de um modo geral, porque eu conheço mesmo é o Ubuntu -- não é assim complicado. Ele só é um bocado complicável. E, de certa forma, no Windows o que me deixava aborrecida era justamente o fato dele não te deixar complicar nada nem um pouquinho. Chegava a ser irritante.

Só uma constatação sobre o Swiftfox

Não sei como anda o Firefox para o Ubuntu, mas as atualizações do Swiftfox andam bem eficientes. Está aparecendo menos de uma semana depois que é anunciada!

20/03/2007

Online unzip

Hah.

Pois ainda estou por aqui. Sabe como é. Faculdade, iniciação científica, corrigir redações de colégio, ler O Guarani, Madame Bovary, ganhar dinheiro.

Passei para indicar um bicho interessante:

Wobzip.

Uma ferramenta online para deszipar arquivos. Nunca se sabe.

16/03/2007

Blogando no Mac - parte 1

Como mencionei antes, quero fazer uma breve série sobre como é blogar usando um blogging client para Mac. Dos três que escolhi para essa série (ecto, MarsEdit, Journler), apenas os dois primeiros funcionam com o novo Blogger; o Journler terá uma versão nova esta semana, hopefully ela funcionará com o Blogger novo também.

O ecto será o primeiro a ser avaliado. Não é um programa gratuito; a licença de uso custa quase 18 dólares (aproximadamente 40 reais), mas há um período de testes generoso, de 21 dias. Dá para tirar uma boa impressão do funcionamento do programa.

Eu não sou um usuário muito exigente. O mínimo que espero de um programa específico para blogs é um editor WYSIWYG decente - isso é sempre mais prático que ter que mexer com HTML toda hora. Nisso o ecto é excelente. Estou escrevendo este post nele agora (assim como escrevi alguns dos últimos que fiz), e as coisas funcionam como você espera que funcionam, como um bom programa de Mac. A adição de tags Technorati automaticamente também é um bom toque.

Gostei bastante também do fato do programa ter um gerenciador de postagens pro blog - posso editar qualquer post com bem mais facilidade do que no Blogger. Apenas para comparar com um outro blogging client que usava na minha época Windows, é bem mais simples do que o w.bloggar, que não tinha essa função de edição tão acessível ou intuitiva.

O programa tem alguns outros badulaques, também. Ele fornece um bookmarklet pra abrir o programa pelo navegador e blogar algo instantaneamente, e também tags personalizadas de HTML. Não uso muito, então não sei avaliar a utilidade ao certo - mas para quem usa, parece ser uma mão na roda.

O que me incomodou um pouco até agora foi a pequena complicação extra que tive pra configurar o programa pra funcionar com o novo Blogger: na hora de configurar, tive que usar um URL de acesso do API diferente do que era fornecido pelo próprio programa (o site do ecto avisava isso). Pequeno contratempo, mas chatinho.

Esse é um problema tanto do ecto quanto do Blogger - em razão do API ser muito novo, o ecto não tem algumas funções que o Blogger novo tem, como os tags. Isso deve ser consertado com o ecto versão 3, que deve sair alguma hora, algum dia, segundo o criador no site do programa.

No geral, fiquei bem satisfeito. O próximo que testarei deve ser o Journler - apesar do MarsEdit já ter uma versão para o Blogger novo, o Journler serve também, além de ser um cliente de blog, como um diário ou caderno de notas; e como viajarei no dia 22 para só voltar no dia 1o, aproveito e uso o programa como um diário de viagem.

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14/03/2007

Acabe com a gordurinha localizada

Antes de chegar ao assunto do post, preciso fazer um breve retrospecto histórico.

Quando a Apple trocou os chips dos Macs de PowerPC para Intel, duas soluções foram feitas para resolver o problema dos programas que foram compilados para os antigos chips PPC. A primeira solução foi incorporar ao OS X uma tecnologia de conversão de linguagem (alguns dizem que é emulação, mas acho que não é bem isso), chamada Rosetta, que permitia aos Macs com processadores Intel rodar programas que foram compilados para PPC como se programas nativos fossem - só que como toda conversão, haveria uma certa perda de performance.

A segunda forma de solucionar o problema foi recompilar diversos programas, usando os compiladores específicos da Apple, de forma que o programa contivesse no mesmo arquivo o código para rodar em PPC e em Intel - são os chamados Universal Binaries. Só que isso criou um segundo problema: os arquivos, por terem mais código, ficaram maiores. Em alguns casos, consideravelmente maiores.

Como dificilmente há programas compilados especificamente para PPC e para Intel (ao invés de um Universal Binary pros dois), os programas sempre ficam com um pedaço de código que não é usado pela máquina.

Não demorou muito para que aparecesse uma categoria de nicho para os Macs: os programas que tiram de outros programas o código inútil. Achei dois que fazem esse trabalho: o Xslimmer e o TrimThatFat - este, gratuito, e aquele, pago (12 dólares).

Eles fazem essencialmente a mesma coisa - você joga os arquivos no programa (drag and drop goodness), e ele tirará o código PPC ou Intel, dependendo da sua máquina (sim, funciona dos dois lados). As duas diferenças consideráveis é que o Xslimmer tem uma interface mais amigável, e possui uma importante função de backup para os que ficam receosos em mexer no computador dessa forma.

Como a tecnologia dos dois é essencialmente a mesma e o que muda é a apresentação, os resultados são os mesmos. Usei o TrimThatFat para "emagrecer" alguns programas, e o resultado é geralmente o mesmo que você esperaria do Xslimmer, conforme pesquisas e comparações por fóruns na net. Só que o tanto de MB que você economiza de cada sessão de emagrecimento varia de programa a programa.

O Google Earth, por exemplo, caiu de 108 MB para 53MB - ficou consideravelmente mais rápido na hora de iniciar. Por outro lado, outros programas têm um benefício menor (o GIMPshop caiu de 191 pra 183MB apenas). Outros ainda sequer podem ser emagrecidos - principalmente os programas da própria Apple (Mail, Safari, iWork, iLife, iTunes) e alguns que por não sei qual motivo não podem passar pelo processo (por exemplo, o Skype).

No geral, é uma boa forma de economizar espaço e ganhar performance, especialmente se seu Mac tem um HD pequeno mas com muitos programas. No entanto, fique alerta: sempre há a possibilidade de algum programa não gostar do emagrecimento e não mais funcionar (principalmente programas em beta). Não aconteceu comigo, mas nunca se sabe. Deguste com parcimônia, mas o resultado final é bom.

12/03/2007

Oba oba do momento #4

Apple Store error reveals 8-core Mac Pro? (TUAW)
UK Apple site leaks 8-core Mac Pros (Ars Technica - Infinite Loop)
Apple Store UK leaks 8-core Mac Pro (Engadget)
8-core Mac Slips at Apple UK Site (Gizmodo)
Apple UK glitch hints at Mac Pro update (MacNN)
8-core Mac Pro Leak at Apple UK? (Mac Rumors)
Briefly: Apple UK blunder hints at Mac Pro update (AppleInsider)
Dual Quad-Core Mac Pro Around the Corner (DailyTech)
Bonus UK Fun: 8-Core Mac on Apple Store (WIRED - Cult of Mac)
Mac Pro with two quad-cores for gamers? (CNET News.com)

Há algumas formas de digerir essa história.

Uma forma é perceber que, em determinados momentos, o lançamento de um produto cuja tecnologia é anos-luz adiante em relação a qualquer outro é simplesmente overkill - pra quê lançar um sistema com oito cores se nem o próprio sistema operacional da Apple consegue lidar com tudo isso de forma eficiente? A não ser que junto com isso lancem o Leopard.

Outra é engolir o fato de que tem gente desocupada demais nesse mundo. Alguém teve a paciência de ficar fuçando no site da Apple até achar o raio do Mac Pro com 8 cores só por causa de um erro de um estagiário (provavelmente).

Os fãs de Mac são fanáticos demais.

Eu (ainda) não. Minha alma ainda não foi vendida. Depois coloco no eBay.

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08/03/2007

O melhor método para sincronizar o Google Calendar com o iPod

Existem muitos métodos complexos que envolvem sincronzação com o Outlook e outras coisas estranhas. Eu não uso nem nunca consegui usar o Outlook. No Windows, eu usava um programa pequeno e muito interessante chamado getcals criado por um Johnny Matthews. O programa pode ser baixado em seu blog. Depois é só seguir as instruções e, com o iPod conectado, clicar no executável.

Mas o programa só serve para Windows. E eu precisava dar um jeito de continuar sincronizando os dois, no Linux. E a coisa é mais simples e retardada do que eu imaginava. Muitos já devem usar esse método e podem até dizer algo como "duh".

Pois veja. O iPod reconhece a extensão .ics, que é o tal do iCal, e que também é uma das extensões que o Google Calendar importa. Daí basta clicar em "manage calendars" (não sei como é em português, eu acho que o Google Calendar em português fica todo torto), escolher o calendário que você quer colocar no iPod e procurar um tal de "Private Adress". Em inglês está escrito assim: This is the private address for this calendar. Don't share this address with others unless you want them to see all the events on this calendar.



Um dos botões é o iCal. Clica com o botão direito, manda salvar link como... E tchans! Salva dentro da pasta "Calendars" do iPod com um nomezinho agradável.

Na verdade eu uso o iPod como agenda muito pouco, mas estou vendo se mudo meus hábitos agora que tenho que conciliar cinco matérias de literatura, um projeto de iniciação científica e correção de redações. Porque o Google Calendar é muito lindo e tudo, mas não dá para levar no bolso.

07/03/2007

Blogando no Mac - ou não

Estou preparando aos poucos na minha cabeça um post sobre blogging clients para Mac OS X. Mas o fato do sistema novo do Blogger ser completamente antissocial não ajuda em nada a conclusão desse post - nenhum programa é inteiramente compatível com o novo sistema!

Já testei três programas, e apenas um deles é compatível com o Blogger novo - e isso apenas após um ligeiro tweaking nas configurações da conexão com o blog, que é algo que um usuário comum não tem que fazer por sempre achar, quando vê aquela janelinha com termos que não conhece, que está no lugar errado. O pior é que o sistema web de postagem do próprio Blogger é chato de usar, e não gosta do Safari.

Sugiro que os colegas blogueiros e não-blogueiros que estão aqui nos prestigiando (obrigado pela audiência!) preparem um exército de esquilos suicidas para apressar o desenvolvimento de blogging clients que funcionem. Aproveitem e ameacem o Google a criar uma interface menos desengonçada para postar.

Amarok 2.0 no Windows!

A notícia chegou a mim pelas mãos do Cedric, e alegrou meu dia:

"Amarok 2.0 development, based on Qt4/KDE4, has already started. Exciting times for the Amarok project - the 2.0 release (perhaps as soon as this summer) will run natively on Linux, OS X and Windows!"

O Amarok, meu media player favorito (infelizmente ainda restrito ao mundo Linux), em sua versão 2.0, deve fazer uso da capacidade do KDE4 de rodar em ambiente Windows. A notícia está aqui: http://amarok.kde.org/en/node/201

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05/03/2007

Sobre videogames, computadores, gadgets e a religião geek

Digamos que existem três grandes ramos no mundo geek moderno: o mundo dos computadores, o mundo dos gadgets, e o mundo dos videogames.

Embora para nós consumidores o grande empecilho para ser um adepto dos três mundos seja o dinheiro, não sei por que motivo as empresas que fazem esses produtos podem ser bem sucedidas em um mundo, talvez em um segundo, mas nunca serão boas nos três mundos. Ou seja, nós jamais teremos uma companhia monopolizando as três áreas da religião geek. (Good for us.)

Há alguns bons exemplos a respeito. O primeiro que cito é a própria Apple. Ninguém nega que a Apple sempre teve uma reputação sólida com computadores (teve um certo declínio uns 10 anos atrás, mas Steve Jobs ressurgiu pra salvar o mundo), ainda que seja sempre um nicho bem dedicado. Com o iPod, entrou com tudo no mundo gadget, domínio esse que será ampliado com o Apple TV e o iPhone. Mas vocês sabiam que a Apple já se arriscou com um videogame e arrebentou a cara nisso? Procurem pelo Pippin no Google. Isso faz algum tempo, mas fez com que a Apple nunca mais investisse em jogos até que o iPod tivesse uma base consolidada - e mesmo assim, o foco do iPod obviamente não tem a ver com os joguinhos.

Outro excelente exemplo é a Sony, mãe do mundo gadget moderno, que começou com o Walkman. Partiu pro mundo dos videogames com o Playstation e pros PCs com a linha VAIO (computadores muito bons, aliás - tive dois quando eles começaram a fabricá-los). Teve razoável sucesso com todos eles mas nunca foi líder nos três ao mesmo tempo, com altos e baixos no mundo dos gadgets.

Hoje, o Playstation 3 abalou um pouco a reputação da japonesa com videogames em razão do preço ignorantemente alto e das falhas de lançamento, e o iPod chutou-a pra escanteio em som portátil. Acho que a única coisa realmente confiável e sólida da Sony seja a linha de laptops - desde, claro, que você não pegue uma bateria explosiva.

A Nintendo se dedica a fazer videogames, e acho eu que nunca sairá muito desse ramo. Se sair, desvirtuará a natureza e a história da companhia, e correria sério risco de quebrar a cara. A Microsoft já domina o cenário de softwares nos computadores, e fez uma aposta vitoriosa com o Xbox e agora o Xbox 360. Mas o Zune...

Eu acho bem difícil que essa dinâmica das coisas mude alguma hora. Afinal, sempre será muito difícil uma companhia ser boa em todos os três aspectos. Mas posso estar errado.

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04/03/2007

Zoundry

Eu iria falar hoje sobre o meu programa favorito para vídeo no Windows, mas no decorrer do dia o assunto mudou completamente. Percebi o quanto detesto o editor WYSIWYG aqui do blogger e decidi procurar algo que pudesse tornar minha vida de blogueiro um pouco mais fácil. Eu poderia simplesmente escrever meus artigos no bloco de notas ou no Notepad ++ e depois colocar no navegador, mas confesso sentir falta de um corretor ortográfico e também gostar da idéia de ter um cliente instalado em meu computador que me permita economizar cliques na hora de escrever um post.

Antigamente eu usava o w.bloggar, mas há tempos não existe uma nova versão e é praticamente impossível achar um corretor ortográfico em português para ele. Tentei também a instalação do Performancing para Firefox, mas descobri que o complemento foi descontinuado e que uma nova versão chamada ScribeFire está a caminho, resolvi esperar. Tentei o BlogDesk e também não gostei.

Agora estou escrevendo este post usando o Zoundry, uma dica que peguei na lista Blogosfera, e estou gostando bastante. A edição do código XHTML é perfeita, ele se integra muito bem ao novo blogger e torna muito fácil a classificação dos posts usando categorias. Também é automática a adição de tags a diversos serviços tais como Technorati, Del.icio.us, Flickr e outros. Existem links pré-programados no editor para vários tipos de produtos, campo para adição de trackbacks e uma série de outras funcionalidades que ainda vou verificar melhor.

Infelizmente não é bom o suporte ao b2evolution, a ferramenta que uso no Hedonismos. Não consigo configurar a postagem em várias categorias e, quando consigo, o post é publicado sem o título. Agora, se você usa o blogger, o wordpress ou o movable type, não deixe de experimentar o Zoundry.


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03/03/2007

Integração na web: ter ou não ter?

Eis a questão.

Já não é de hoje que nós temos sido bombardeados diariamente com o hype da Web 2.0. A net não serve mais apenas para ver páginas no Geocities (bons tempos, hein?) ou acessar seu Hotmail - hoje você tem RSS, AJAX, Youtube, Google Docs and Spreadsheets, e mais uma cacetada de coisas que nem conheço ou entendo direito (Pipes, alguém?).

O Dom Sebastião do mundo Web 2.0 é o mítico Google OS. Mais cedo ou mais tarde ele vem - só que ninguém sabe direito quando ou como. Não vou me aventurar a dizer se vai ou não dar certo - não tenho aqui informações concretas o suficiente pra dizer -, mas sei desde já que não irei usá-lo.

Um tempo atrás, quando eu estagiava em um escritório de advocacia (by the way, eu sou um estudante de direito completamente geek), ao invés de computadores pra valer, nós usávamos os famigerados metaframes, computadores basicamente "sem autonomia" que faziam boot através da rede interna do escritório, ligados diretamente a um servidor central. Era um porre - tudo era lento demais, era instável, e o fato de tudo estar em um servidor central ao qual não tinha acesso me deixava um pouco desconfortável.

A mesma coisa aconteceria com qualquer serviço Web 2.0 - se eu usasse os serviços pra valer como eles esperam que eu use, eu teria pouca coisa física no meu computador, estando tudo nos servidores do Google ou do Yahoo. Se vier um Google OS, então, no formato que estamos pensando que virá, será como um metaframe mundial. Acho isso ainda mais esquisito. Não sei se gosto da idéia de depender tanto de uma conexão de internet pra usar coisas que eu poderia usar fora dela, por mais que as coisas da net sejam gratuitas.

Eu ainda prefiro ter um computador funcionando como servidor aqui na minha casa mesmo e que eu use como repositório de backups, arquivos comuns a todos e mais próximo a mim do que um servidor Google.

Ainda não estou muito pronto pra vida na Web 2.0, muito embora eu use diversos recursos dela. E vocês?